Blog da Propaganda

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Palavra de mestre – Daniel Labanca

11 de maio de 2011


Daniel Labanca é formado em Comunicação Social – publicidade e propaganda pela Unitri, pós graduado em Comunicação e Marketing pelo IPG-USP e trabalha há 11 anos com produção de vídeo. Hoje é diretor de cena na própria produtora, a Cinefilmes, onde dirige comerciais de TV, vídeos corporativos e programas de emissoras de TV locais. É também um dos diretores da APP Capítulo de Uberlândia há 3 gestões. Dá aulas na Unitri – produção de TV e produção de rádio e na Esamc – produção de TV.
. Com o início das vendas de TV Digitais, especulou-se muito sobre as novas funcionalidades da TV – sobretudo a interatividade, com o acesso à internet. Estudiosos afirmavam que uma verdadeira revolução começava na publicidade. Bem, a TV Digital já é uma realidade, mas até agora não vimos muita diferença na forma de publicidade – os comerciais, apesar de virem em HD, continuam os mesmos de sempre. Você acredita que essa dita revolução ainda vai chegar? E, se for, por mais quanto tempo ainda vamos esperar para vê-la? O que falta para ela acontecer?
A revolução vai chegar sim. O problema é que apesar do Brasil levantar bandeira de pioneirismo em muitos campos muitas vezes esbarra em questões sociais e políticas para que as coisas aconteçam. Sociais como: será que toda a população conseguirá trocar seus aparelhos de tv ou no mínimo adquirir os conversores já nos próximos anos? (Como prevê o prazo para conversão total dos aparelhos.) E questões políticas como os interesses (e as dúvidas que ainda existem) dos grandes grupos de comunicação em não pulverizar a verba de propaganda em multi programação, confundindo anunciantes e público. A revolução só vai chegar quando de fato o governo respeitar a data limite colocada para que as tvs deixem de exibir o formato convencional e as tvs sentirem na pele que precisarão usufruir de todo o potencial da tv digital para pararem de perder tanto público para meios como a internet por exemplo. Esta perda não será criando coisas diferentes, mas sim aproveitando justamente da interatividade da internet e unindo os meios em uma plataforma só.
. Hoje parece existir um consenso de que comercial bom é aquele que apela para o humor e se torna viral. Em busca disso, muitos profissionais erram a mão e tentam parecer engraçados demais. Até que ponto este bom humor pode ser benéfico ou prejudicial em uma campanha? Existem comerciais em que é necessário reduzir o tom e falar sério com o consumidor?
Li certa vez algo que comecei a replicar quando me questionam sobre os virais. Como o nome mesmo diz se espalham como vírus. Porém o nosso organismo já tem criado anticorpos contra estes vírus, e por consequência eles já não têm tido o mesmo efeito sobre nós. Já é fato que não só o engraçado que vende. Humor aliás é algo muito perigoso, pois é o estilo que mais corre risco de ficar ridículo caso se erre a dose. E o tom só será ditado pelo estilo do produto e principalmente pelo estilo de quem o consome. E não por uma sacada incrível que por acaso se encaixa bem com ele. Já vi muita gente dizendo por aí: “nossa, tive uma ideia bacana de um vídeo que se encaixa com o produto tal”. Opa, espere aí, será que não estamos pulando várias etapas aí não? Não dá prá inverter a ordem – primeiro o produto, depois o público, daí as necessidades, e lá no final do processo vem a ideia, não no início. E com a convergência que já acontece – hoje vemos televisão comentando os programas no twitter – a preocupação se torna ainda maior com a abordagem que as marcas fazem sobre seus consumidores. Quer um exemplo? A Bombril lança uma série de comerciais explorando um “feminismo machista” (se é que isto existe). Pronto. O termômetro das redes sociais já aponta uma rejeição à campanha criada que em outros tempos talvez não seria tão rapidamente medido.
. Por você ser professor, está em contato com a nova geração que entrará, nos próximos anos, no mercado de trabalho. Você vê alguma característica especial nessa nova safra? Qual o principal conselho ou sugestão você daria para quem ainda nem começou a carreira?
Vejo não só características especiais, mas sim uma safra totalmente diferente. Considero uma diferença positiva quando encontramos cada vez mais ideias geniais que viram fenômenos na mídia nascidas deles. Por outro lado me preocupa às vezes a falta de critério, é uma geração muito ansiosa e quer fazer primeiro para depois pensar no que foi feito. O meu conselho é o foco. Quando o mercado disse que queria pessoas que cada vez mais conhecessem de tudo ele não quis dizer que não queria os especialistas. Por isto que sou testemunha nestes 10 anos que dou aulas que tem aumentado assustadoramente o número de vagas não preenchidas nas empresas justamente pela falta de profissionais ou estudantes com foco em algo específico. Alguns já chegam nas entrevistas de emprego perguntando direto quanto vão ganhar e outros chegam sem nem saber a qual vaga estão concorrendo. E a grande chave: não valorize só o lado técnico. Porque mexer em softwares, falar línguas, conhecer redes sociais, operar máquinas, isto qualquer um aprende. É uma parte do currículo que eu pulo quando vou lê-los. As empresas querem é profissionais de bom comportamento e que gerenciam bem seus horários. Aí já é mais difícil de aprender se não fizer parte de você. E é o segredo do sucesso.

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Dia do campo – Know How

10 de maio de 2011

Veja a homenagem da agência Know How ao Dia do Campo

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Dia das Mães – resultado


A vencedora do concurso cultural de comemoração ao Dia das Mães é Lilian Dantas (@lilyandantas, no Twitter).
Ela respondeu à pergunta “O que só sua mãe faria por você?” nos comentários e ganhou um jogo de jantar completo.
Veja a resposta ganhadora:
“Minha mãe me concebeu, sentiu dor, mas continuou me amando, ela também não me bateu quando eu quebrei o seu vaso preferido, ela não me largou nenhum momento quando eu tirei notas ruins na escola, ela me abraçou quando eu briguei com ela, ela me ensinou a falar bem, quando eu errei a ortografia ela soube se controlar, quando eu saí de casa ela falou que iria me ajudar e o principal, ela disse que sempre me amaria, quando eu informei à ela que eu não seria uma médica ou uma advogada e sim uma publicitária e mesmo assim ela ainda aceitou pagar meu curso. Isso é só minha mãe quem faz.”

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Palavra de mestre – Bruno Figueredo

foto: Marlúcio Ferreira


Bruno Figueredo é graduado em Propaganda e Marketing e tem MBA em Marketing, ambos pela ESAMC. Atualmente é gestor da área de internet da agência Fórmula P e professor nos cursos de graduação em Administração e Marketing na Faculdade Politécnica de Uberlândia, onde ministra as disciplinas Marketing digital e Comércio eletrônico. Também comanda o blog “Joga no Google” que tem como temática a cultura digital e realiza trimestralmente o Almoço Twitter, tradicional evento em Uberlândia.
. O uso de redes sociais de maneira profissional parece atrair cada vez mais interessados. Até nome a profissão já tem – analista de redes sociais. Afinal, eles já estão presentes nas redes como usuários e têm afinidade com as ferramentas. Quais habilidades o profissional deve ter para se destacar neste meio?
- é preciso gostar de ler, querer aprender sempre e observar o comportamento humano. Aquelas matérias que antes eram consideradas “inúteis”, sim, aquelas do primeiro e segundo período da faculdade, elas são as mais importantes para quem quer trabalhar com mídias sociais. Sim, filosofia, antropologia, psicologia, comportamento humano, afinal, as pessoas levam para o mundo digital o que eles são também no mundo real. Tente entender de pessoas, esse o grande lance e que a maioria ainda não parou para pensar. - as marcas nunca tiveram um desafio tão grande em respostas imediatas aos consumidores, mas é preciso ter cuidado. Ser afobadinho, estilo Ronaldinho, não está com nada. É preciso respirar fundo e ter paciência. A empresa toda está em jogo, não é apenas um perfil. - saber mexer na ferramenta, é importante, mas saber se comunicar está acima de manusear bem um site de relacionamento. - siga perfil de agências e empresas que tem se destacado nas mídias sociais e observe seu comportamento e interações. - participe de eventos com temática de redes sociais, tecnologia, internet, jornalismo, relações públicas, e aproveite para fazer networking. O conteúdo das palestras você vai encontrar na internet, mas as pessoas sempre são preciosas. Ter bons contatos e mantê-los é o segredo para abrir portas, e para fechar também, rs. Trocar experiências e cartões de visitas não faz mal a ninguém. - participe de concursos e interaja com empresas e pessoas na internet. Aprenda com seus acertos e com os erros também. - mídia training na veia. É um treinamento básico para pessoas que serão porta-vozes das empresa em possível contato com veículos de comunicação/ imprensa. É básico, mas a maioria não sabe, então comece por ele e vá se aprimorando. - gerenciamento de crises. Não é só se fábrica pegar fogo, ou se um veículo da empresa se envolver num escândalo ou acidente que você terá uma crise para gerenciar. Em mídias sociais a crise pode surgir de uma denúncia, um mal atendimento ou um vídeo que mostra baratas soltas dentro da cozinha do Fast Food famosinho e bambambam. Saber gerenciar crises é um dos grandes desafios quando o assunto é social media. Estude o que é, cases e tente mapear todos os cenários positivos, lindos, horríveis e irreais que possam acontecer. Depois dos cenários prontos, monte possíveis ações para cada um deles prestando bastante atenção nas conseqüências de cada palavrinha ou ação. Com isso pronto, ficará mais fácil falar com o seu público em tempos calientes. - ler, ler e ler. Jamais pare de ler. Ler sobre tudo, e jamais achar que mídia social é a solução para todos os problemas. Estamos falando de um meio, e não de um fim.
. Você acredita que, como ferramenta de Marketing, as redes sociais já são bem aproveitadas pelo mercado local? A cidade tem alguma particularidade que ofereça vantagem ou desvantagem neste sentido?
Mídia social é um assunto ainda incipiente. Não existe fórmula. Todos estão buscando um caminho, inclusive as grandes empresas. Temos uma grande diferença entre empresários dos grandes centros e os do interior. Os que estão nas metrópoles querem inovar e ganhar dinheiro, os daqui e do interior, querem replicar o que deu certo lá, não inovam e não estão dispostos a arriscar, ou querem arriscar pouco. Quando o assunto é internet, complica um pouco mais. Várias empresas locais já estão utilizando as redes, mas ainda vejo resistências. Por incrível que pareça, são as pequenas e médias empresas que estão conseguindo entrar com mais agilidade nas redes sociais, e tendo resultados interessantes.
. Por você ser professor, está em contato com a nova geração que entrará, nos próximos anos, no mercado de trabalho. Você vê alguma característica especial nessa nova safra? Qual o principal conselho ou sugestão você daria para quem ainda nem começou a carreira?
Em geral eles já nasceram na era digital, então eles não tiveram que aprender essas ferramentas, já nasceram ”’programados” e digitais, consequentemente, têm uma facilidade muito maior em relação aos que não são nativos digitais. Eles possuem o que especialistas chamam de “atenção fracionada”, e conseguem fazer várias coisas ao mesmo tempo. Quando chegarem nas organizações, serão profissionais mais “pilhados” e encontrarão barreiras, principalmente nas grandes empresas. Deverão trabalhar atributos como paciência, trabalho em equipe com diferentes gerações, e terão que trabalhar com sua ansiedade e vontade em querer fazer, ser mais tolerante e não ter tanta pressa, afinal, as empresas não são tão agéis quanto os celulares que eles aprenderam a fuçar com 5 anos de idade, onde um clique na tela traz a solução do seu problema.

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Pode ser Pepsi

A Pepsi voltou à TV usando o tema “Pode ser Pepsi”, desta vez em uma nova versão. A campanha, assinada pela AlmapBBDO, busca interagir com os consumidores pela internet: os internautas poderão escolher o final do filme que depois será veiculado na íntegra na TV.
Foram gravados três finais diferentes que poderão ser escolhidos na web. Para eleger o desfecho, o consumidor deverá acessar o site da Pepsi ou a Fan Page da marca no Facebook. O final mais votado será veiculado na TV.
Assista ao vídeo abaixo:

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Homenagem ao Dia do Profissional de Marketing

9 de maio de 2011


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Palavra de mestre – Renato Bontempo

Hoje o blog dá início a mais uma série, a “Palavra de Mestre”, para homenagear a semana do Profissional de Marketing. Serão 3 entrevistas de professores de faculdades de Comunicação de Uberlândia.
O primeiro deles é Renato Bontempo, que acumula as funções de trade marketing da Eletrosom; professor da ESAMC para os cursos de Publicidade, RP e Design; diretor da APP Jovem e editor do Blog Bicho De Goiaba. Ele é graduado (Publicidade) e pós-graduado (Gestão de Marketing) também pela ESAMC.
. Pra você, o que é Marketing? O conceito tem mudado ao longo do tempo? As novas tecnologias transformaram apenas a forma de se fazer ou transformaram também a concepção teórica de Marketing?
Acredito que o kotler ainda é soberano quando se fala em conceito de marketing: atender necessidades e desejos de um mercado oferecendo algo que possa ser objeto de troca, no caso o produto. A base conceitual não muda, no fundo os profissionais de marketing querem entender e atender essa estranha criatura chamada de ser humano. O que muda são as formas de chegar até ele com mais rapidez e assertividade. Eu gosto das novas teorias e dos novos conceitos, embora muitos profissionais reinventem a roda com nomes atuais e bonitos, principalmente quando colocamos o coeficiente tecnologia na equação. A busca constante é sempre oferecer o produto certo para as pessoas certas do jeito certo. Eu sou da “old school”, pra mim os 4P’s são suficientes.
. As ferramentas tradicionais podem perder espaço para as digitais ou ambas ainda vão coexistir por muito tempo, seguindo a linha de integração das mídias? Há uma supervalorização do Marketing digital em detrimento do Marketing offline?
Quem ainda divide o pensamento em online e offline gasta um tempo precioso. O que vale é a solução, queremos chegar até o consumidor também conhecido como ser humano. É preciso pensar na solução do problema de uma forma ampla, atendendo de maneira eficiente o consumidor e só depois decidir se usaremos uma DM do twitter ou uma carta escrita a mão. As ferramentas tradicionais e digitais vão coexistir por muito tempo, precisamos parar com essa bobagem de que o novo mata o velho. Tem coisa mais antiga e ultrapassada do que velas? Eu aposto que você tem algumas em sua casa para quando toda a tecnologia que envolve a eletricidade falhar. A vela ainda tem o seu valor e cumpre o seu papel. É assim com as mídias, em algumas situações o rádio dá show no facebook. Enfim, a adequação das ferramentas se dá de acordo com os objetivos a serem alcançados.
. Por você ser professor, está em contato com a nova geração que entrará, nos próximos anos, no mercado de trabalho. Você vê alguma característica especial nessa nova safra? Qual o principal conselho ou sugestão você daria para quem ainda nem começou a carreira?
Essa turma nova é um sucesso! Super antenados, espertos e dinâmicos. A rapidez da disseminação da informação faz com que eles estejam sempre atualizados, embora não vejam a importância de aprofundar seus conhecimentos. Também a ansiedade, a dificuldade de se trabalhar em equipe e o imediatismo, fazem com que se concentrem no agora e não se preocupem com o futuro. Por isso, meu conselho é simples, descubra aonde quer chegar o mais rápido possível, quanto mais cedo descobrir mais cedo começará a caminhar.

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Homenagem Dia das Mães

6 de maio de 2011


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Mil dias de Band Triângulo

Para comemorar os mil dias de aquisição da afiliada no Triângulo Mineiro, o Grupo Bandeirantes fez a festa em Uberlândia nesta semana. A Cinefilmes ficou encarregada de produzir um vídeo institucional para mostrar os bastidores da Band, seus profissionais e investimentos na região. Para chamar os convidados à noite do evento, a Cinefilmes também fez convites personalizados, em vídeos que foram enviados antecipadamente por email.
Assista aos vídeos

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Dia das Mães

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