Papo do Empreendedor

Papo do Empreendedor

 
 

Oportunidades de trabalho Algar Mídia

13 de junho de 2013

A Algar Mídia oferece soluções convergentes de mídia, alinhadas à demanda e diversidade atuais, estrategicamente montadas para aumentar avisibilidadedo seu negócio e incrementar suas vendas.

 

Presente nos estados de Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso do Sul e São Paulo, possibilita vantagens e benefícios para uma comunicação mais eficaz, dispondo de importantes veículos.

 

Buscando fortalecer ainda mais os negócios da empresa, estamos contratando profissionais com experiência para as seguintes vagas:

 

- Consultor Publicitário

- Supervirsor Comercial

- Analista de Sistemas

- Teleconsultor

- Auxiliar de Impressão

 

Interessados devem acessar o Banco de Talentos Algar e cadastrar seu currículo aqui

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Facebook Wi-Fi chega ao Brasil

Texto retirado do portal Exame Info

 

O serviço para conexão sem fio do Facebook voltado para estabelecimentos comerciais chega ao Brasil pela primeira vez.

 

O Bar da Dona Onça, localizado no edifício Copan na cidade de São Paulo, é o primeiro estabelecimento a implementar a tecnologia Facebook Wi-Fi no Brasil, com orientação da desenvolvedora Full Squad.

 

A ideia do projeto é permitir um maior engajamento dos usuários da rede social com as fan pages das empresas no Facebook. Além disso, a conexão Wi-Fi também permite ao estabelecimento enviar ofertas e outras informações aos clientes.

 

Para acessar a internet gratuitamente, os usuários devem conectar-se à rede sem fio do negócio, abrir o navegador e realizar check-in na rede social. No entanto, se o estabelecimento desejar pode apenas entregar uma senha para o consumidor completar a conexão.

 

Já os estabelecimentos precisam adquirir um roteador sem fio compatível com a configuração Wi-Fi do Facebook. Atualmente, o único modelo disponível é a linha Meraki da Cisco.

 

Além do hardware e da conexão à internet, o estabelecimento também precisará adquirir uma licença anual da Cisco para usar o roteador. As empresas podem contratar o serviço por conta própria ou com auxílio de uma desenvolvedora parceira do Facebook, caso da Full Squad.

 

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Hora de escolher o nome do seu negócio

Com informações do portal Exame

 

Um dos grandes desafios para empresas startup é a escolha de um bom nome. Ele precisa ser fácil, criativo, sem lembrar os concorrentes.

 

Veja algumas dicas práticas na hora de “batizar” seu novo negócio:

 

1. Escolha pela pronúncia

Escolha nomes curtos com pronúncia fácil. Nomes longos e complicados dificilmente são memorizados pelo público.

 

2. Evite palavras simples demais

Geralmente os empreendedores escolhem palavras que tenham ligação direta com o negócio. A escolha de palavras simples demais aumentam significativamente os custos com domínios de site e palavras-chaves na busca do Google, afinal para que sua empresa apareça na primeira página dos buscadores, ela terá que investir em comunicação e compra de cliques.

 

3. Nomes com apelo universal

O sonho de todo empreendedor é fazer com que seus serviços e produtos conquistem o mundo. Por isso, dependendo do segmento que a startup atuar é melhor evitar nomes que gerem dúvidas.

 

4. Aplicáveis ao mundo digital

Com a evolução acelerada do meio digital o usuário busca termos que possam se encontrados e digitados com praticidade e rapidez. Seu nome precisa ser bem visto em todas as mídias.

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Estudar é um bom negócio

7 de junho de 2013

Segundo estudo realizado pelo Sebrae com base nos dados do IBGE, empreendedores escolarizados lideram negócios mais duráveis.

 

As estatísticas dos últimos dez anos apresentam também um aumento na escolaridade dos donos dos negócios, passando de 38% para 53% o número de empresários que atingiram o ensino médio, superior ou pós-graduação.

 

De acordo com a instituição, a educação garante a qualidade do empreendedorismo, promove as competências do empreendedor e a evolução do negócio.

 

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Mitos sobre empréstimos

6 de junho de 2013

Com informações do portal Exame

 

A maioria dos pequenos empreendedores acredita que empréstimos podem resultar em uma grande dor de cabeça. Porém é preciso avaliar as vantagens dessa atividade para o crescimento do negócio. Conheça alguns mitos sobre o capital de terceiros:

 

1. Contrair dívida significa que a empresa está indo mal

 

Antigamente fazer um empréstimo era o último recurso para reverter uma possível crise financeira dentro da empresa. Hoje, ele é utilizado para realizar investimentos sólidos e importantes para o negócio.

 

2. Prefere ter controle que crescer

 

Ainda hoje, muitos empreendedores consideram o empréstimo um sócio oculto que pode comprometer o negócio. Por esse motivo preferem estagnar asatividades da empresa sem antes avaliar as diversas possibilidades financeiras, como linhas de bancos, juros especiais, etc.

 

3. O custo de capital de terceiros é maior

 

O capital próprio é mais caro que o capital de terceiros que, inclusive, apresenta benefícios fiscais. A empresa deve buscar o equilíbrio entre capital próprio e de terceiros por meio de uma estrutura de capital saudável que maximize as possibilidades de crescimento sem aumentar a possibilidade de falência.

 

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Qual é a cor da sua marca?

5 de junho de 2013

Informações do portal Administradores

 

Confira as dicas abaixo e veja se a sua marca passa a mensagem certa para o público alvo.

 

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6 perfis do empreendedor brasileiro

3 de junho de 2013

Com informações do portal Administradores

 

Com o objetivo de traçar os perfis de empreendedores brasileiros a Endeavor e Ibope Inteligência realizaram uma pesquisa com cerca de três mil brasileiros,entre proprietários de empresas e potenciais empreendedores.

 

Conheça os 6 perfis desenhados pela pesquisa:

 

Apaixonado: autossuficientes e a maioria é mulher, entre 25 e 35 anos. Em geral, atuam na área de saúde, estética e acessórios. As principais dificuldades encontradas por este perfil de empreendedor são a falta de investimento e de recursos financeiros. Pode se beneficiar de cursos sobre acesso a capital, inovação e networking.

 

Antenado: geralmente jovens e com perfil de negócios em serviços. São bem informados e utilizam bastante a internet. As principais dificuldades encontradas são a incerteza em relação ao retorno financeiro e o risco de falência.

 

Independente: são empreendedores geralmente estabilizados e maduros. Normalmente são casados e utilizam pouco a internet. Alguns exemplos são os donos de bar e vendedores ambulantes. As principais dificuldades são em relação ao acesso à informação e a conciliação da vida familiar à empresarial.

 

Arrojado: são maduros e engajados. A maioria é composta por homens, e trabalham para fazer a empresa crescer. As principais dificuldades são a incerteza ao retorno financeiro e a dificuldade de conciliar a empresa com a vida pessoal.

 

Pragmático: empreendedores geralmente jovens e por conveniência. Normalmente utilizam muito a internet e redes sociais. Costumam trabalhar sozinhos. As principais dificuldades são o baixo faturamento anual e a falta de investimento.

 

Lutador: são empreendedores geralmente informais e estabilizados, mas que não faturam muito. Em sua maioria possuem menor nível de escolaridade e não acessam a internet. As principais dificuldades são a baixa renda e a falta de informações sobre como administrar o negócio.

 

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Pequenas e médias empresas criaram 40% dos empregos no país

29 de maio de 2013

Texto retirado do site Exame Info

 

As pequenas empresas no Brasil são responsáveis por 40% dos 15 milhões de novos empregos gerados no país entre 2001 e 2001 e, 95% deles estão de acordo com todas as leis trabalhistas, segundo um relatório divulgado nesta segunda-feira pelo Governo.

 

O estudo “Vozes da nova classe média” foi elaborado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), que depende da Presidência, e atribuiu às pequenas empresas 39% do volume de salários que são pagos atualmente no país, o que considera uma prova de sua “extraordinária pujança”.

 

O ministro da Secretaria de Assuntos Estratégicos, Marcelo Neri, que além disso é presidente do Ipea, destacou o papel desse setor para combater a miséria no Brasil, um país que nos últimos 12 anos conseguiu tirar da pobreza cerca de 40 milhões de pessoas.

 

Segundo disse Neri ao apresentar o relatório, esse fenômeno se manteve em 2012, quando apesar do pouco crescimento de apenas 0,9% da economia nacional, “35% das pessoas subiram na escola social, enquanto apenas 14% caíram”.

 

O ministro apontou que “isso demonstra que o país vive com mais prosperidade e oportunidades” e com menos desigualdades. Sobre a nova classe média, disse que “é natural reconhecer sua importância como sinônimo de consumo e mercado em potencial, mas também é importante comprovar que a ascensão na escala social se dá com empregos formais e com todos os direitos trabalhistas”.

 

O ministro explicou que a maior formalização no emprego foi apoiada com planos para uma melhor formação dos trabalhadores e permitiu “uma redução das desigualdades entre empregados e empregadores”, sobretudo no setor das pequenas empresas.

 

Segundo dados oficiais, até fins do ano passado existiam no país cerca de seis milhões de micro e pequenas empresas.

 

O critério utilizado pelo Governo brasileiro estabelece que uma microempresa da área industrial é aquela que tem até 19 empregados, enquanto as pequenas contam com entre 20 e 99 trabalhadores.

 

Nos casos dos setores comercial e de serviços, são consideradas microempresas aquelas com até 9 empregados, e pequenas as que têm entre 9 e 49.

 

A fim de dar um maior impulso para esse setor, o Governo anunciou em 1 de abril a criação de uma Secretaria de Estado que será dedicada à formulação de políticas para as micro e pequenas empresas.

 

A nova secretaria, cujo titular ainda não foi nomeado, terá status de Ministério e estará vinculada diretamente à Presidência da República, que coordenará todo seu trabalho.

 

Até agora, a responsabilidade pelas políticas para pequenas empresas estava em mãos do Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, que passará à nova pasta todas essas competências e o pessoal dedicado a essa área.

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Google disponibiliza treinamentos para PMEs

28 de maio de 2013

Nas próximas quintas-feiras, às 13h30, o Google disponibilizará treinamentos gratuitos ao vivo com duração de 1 hora para pequenos e médios empresários.

 

Os participantes terão a oportunidade de conhecer mais sobre publicidade online.

 

Para participar os interessados devem acessar o link: www.pt.adwords-community.com

 

As gravações serão disponibilizadas no site de treinamentos, na própria comunidade e no canal do AdWords Brasil no YouTube.

 

Confira a programação até junho:

 

• 6/Junho: Como receber mais contatos e cadastros em seu website

• 13/Junho: Como estruturar Campanhas Avançadas

• 20/Junho: Como reconquistar clientes

• 27/Junho: Como desenvolver estratégias para negócios locais

 

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Empresas concorrem ao Selo Empresa Cidadã

24 de maio de 2013

De dois em dois anos a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Uberlândia abre inscrições para que as empresas e entidades do terceiro setor possam concorrer ao selo de reconhecimento sustentável, confiado pelo Projeto Empresa Cidadã, em suas três categorias.

 

Em 2011, receberam o prêmio, Selo Empresa Cidadã, seis empresas. Nesta categoria oito projetos foram contemplados. Já na avaliação dos inscritos no Selo, 10 instituições sem fins lucrativos foram premiadas, com 13 projetos.

 

Um dos projetos vencedores da edição de 2011 foi o Programa PAM – Patrulha de Atendimento Multidisciplinar, que consiste num trabalho realizado pela ONG S.O.S Mulher Família, em parceria com a Polícia Militar (PM), Prefeitura Municipal de Uberlândia e Universidade Federal de Uberlândia, no qual a S.O.S faz de orientação, apoio e acompanhamento jurídico e psicológico às vítimas, além de atendimentos domiciliares em parceria com a PAM, através do projeto S.O.S Mulher Família.

 

A patrulha trabalha há dez anos com uma assistente social da Prefeitura de Uberlândia, com visita às famílias com casos de agressão para tentar encontrar e tratar as causas dos problemas.

 

Segundo a psicóloga voluntária da ONG S.O.S Mulher Família, Marina Drummond, não se trata de um atendimento emergencial e sim socioeconômico que visa buscar a causa e avaliar como se pode ajudar as famílias. “Após a denúncia e o B.O a PM vai a residência verificar as circunstâncias da violência doméstica e conjugal. Desde 2004, foram atendidas 10 mil famílias e o índice de reincidência é muito baixo”, diz Marina.

 

Por meio do projeto S.O.S Mulher Família, os atendimentos são feitos por uma equipe multidisciplinar, formada por assistentes sociais, psicólogos, advogado e policial militar. “Anualmente são atendidos cerca de 1.200 novas famílias.

 

O Selo Empresa Cidadã ajuda a dar visibilidade a um trabalho realizado por 90% de pessoas voluntárias. Para nós do terceiro setor, que somos os guarda-chuvas do projeto, além de nosso nome e trabalho ganharem visibilidade, aumentamos nossa demanda e parceiros, ficando assim mais fácil conseguirmos recursos para que nossos projetos sigam em frente com sucesso. Neste ano iremos nos inscrever novamente com esses mesmos dois projetos ampliados”, disse a atual diretora da ONG, Cláudia Guerra.

 

Segundo a coordenadora da Fundação CDL e uma das responsáveis pelo Selo Empresa Cidadã, Bânia Poli, o intuito é que novas empresas de pequeno porte e ONGs participem neste ano. “Estamos incentivando todas as empresas, em especial as de pequeno porte a também participarem. Tem muita empresa pequena com ótimas ações de responsabilidade social”, disse Bânia.

 

Eduardo Augusto, diretor de marketing e comunicação na Sustentares – Consultoria em Sustentabilidade e Responsabilidade Corporativa, professor e um dos jurados disse que o grande gargalo é que as pessoas têm um conceito equivocado sobre o que de fato é sustentabilidade.

 

“Quando surgiu o Selo Empresa Cidadã não se falava sobre responsabilidade social, e sim sobre cidadania empresarial. Passou de Empresa Cidadã, para empresa responsável, agora, chegou nesse viés da sustentabilidade. O que esperamos é que os projetos sejam focados não apenas no social, porque existem também os pilares econômicos e ambientais. Esperamos projetos de empresas de pequeno e médio porte. Sabemos que existem projetos muito bons, bem elaborados”, disse Eduardo.

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